Oi pessoal! tudo bem?
Olha eu aqui de novo!!
Está chegando o frio e com ele a vontade de comer alguma coisa quente a noite. Uma coisa que adoro fazer é sopa e modéstia à parte, faço muito bem.
A verdade é que pego o que sobrou do almoço, mais algumas coisinha e faço uma bela sopa.
Todo mundo aqui em casa gosta. Coloco macarrão, feijão, legumes, o que tiver....
Sopa de macarrão e feijão, aprendi com a minha mãe, que por sinal é muito boa. Nada light, mas deliciosa.
Outro prato quente é a Canja de Galinha, adoro. Principalmente se teve frango no almoço (novamente aproveitando as sobras. Sobra é uma palavra feia, né, mas em época de recessão,temos que aproveitar tudo).
Vamos lá a uma receita de Canja de Galinha para 4 pessoas:
Ingredientes:
- 1 cebola média picada;
- 3 dentes de alho picados; (para quem não gosta de muito alho, pode colocar 1 e 1/2 para dar um gostinho)
- 1colher de azeite; (quem preferir pode substituir por óleo)
- Pedaços de frango picado com o osso; (como costumo usar o que sobrou, não tenho muito a medida, mas acho que mais ou menos 6 pedaços de frango)
- 3 batatas médias picadas;
- 1 cenoura grande picadinha ou ralada;
- 1 xícara de arroz pronto;
- 1/2 caldo de galinha;
- sal a gosto; (gosto de colocar um pouco de tempero de alho e sal)
- um pouquinho de salsinha e cebolinha picadas;
- água o suficiente para cobrir tudo mais dois dedos.
Modo de fazer:
1- Numa panela grande doure o alho e a cebola no azeite (adoro o barulhinho e o cheiro.... nem se fale). Coloque o caldo de galinha e o tempero alho e sal. Adicione os pedaços de frango, as batatas e a cenoura. quando estiverem dourados, acrescente a água e deixe cozinhar.
2- Quando estiverem cozidos, coloque o arroz. Deixe cozinha tudo até o frango estiver desmanchando.
3 - Coloque a salsinha e cebolinha por cima e sirva quentinho.
Agora é só se deliciar com um pãozinho com manteiga ....
beijos a todos e bom apetite!!!!!!!!!!
quinta-feira, 22 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Um belo macarrão!!!!!
Durante a semana é cada um por si!
Não tem jeito. Enquanto um volta da aula, o outro está indo e no meio do caminho eu, correndo para levar, trazer e comer ao mesmo tempo, me desdobrando em 1000 para dar conta do recado. Fora o stress do trânsito; e olha que eu sou super calma.
Muitas vezes engulo o almoço, sem ao menos saborear a comida. Por isso, fico doida para chegar à noite, onde depois de algumas brigas, banhos e lanches, posso pensar em uma culinária de verdade. Uma culinária de sabor.
Não tem nada melhor que um momentinho de descanso, quando os meninos já dormiram ou estão quase, quando podemos curtir uma garrafinha de vinho com um petisco especial.
Penso em vários pratos que posso fazer, alguns que já sei ou outros para experimentar, mas sempre acabo em um macarrão.
Nos macarrões sou imbatível, fala meu marido, sempre pronto a repetir.
E assim, vai uma das várias receitas de macarrão, o famoso Macarrão com Pistache e Rúcula com Tomate cereja ao forno:
Ingredientes:
- 500grs de macarrão a gosto. Eu sempre uso o linguine, que adoro;
- 1 xícara de chá de parmesão. Pode ser o ralado ou em pedaços;
- 2 dentes de alho;
- 250grs de pistache sem casca;
- 1 1/2 xícara de chá de folhas de rúcula;
- 1/2 xícara de azeite;
- sal a gosto.
- 12 tomatinhos cereja;
Modo de fazer:
No processador, junte o pistache, o parmesão e o alho e triture. Quando estiver bem triturado, coloque as folhas da rúcula, o azeite e o sal. Triture novamente para misturar, até formar uma pasta homogênea. Se ficar muito seco, coloque mais um pouco de azeite. Reserve.
Coloque o macarrão para cozinhar em água com um pouco de sal e óleo.
Enquanto o macarrão cozinha, coloque os tomatinhos em um tabuleiro ou refratário. Salpique sal em cima deles e regue com azeite. Coloque no forno até os tomatinhos começarem a abrir. Reserve.
Quando o macarrão já estiver cozido, escorra a água, mas não toda, deixando na panela, mais ou menos a medida de um dedo. Retire o macarrão e reserve.
Nesta água, misture um pouco do molho deixando engrossar no fogo baixo. Quando a água já tiver verdinha, misture o macarrão e o restante do molho. Misture bem.
Coloque o macarrão em uma travessa e distribua os tomatinhos em cima.
Agora é só deliciar com um belo vinho.
Depois me contem se ficou gostoso. Quando fizer novamente, vou tirar uma foto e posto para vocês.
Bjos e Tchau!!!!!!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Casamento.
Oi, Tudo Bem???
Quando chega um convite de casamento em casa, a correria e o strress começam. Meu marido vai caber no terno? Eu vou caber no vestido? E pior, qual vestido vou usar?
A peregrinação atrás de peles e bolsas, que pego emprestado ou tenho que cobrar de quem emprestei é apenas o começo do suplício.
Tem o presente, mandar lavar o vestido, o terno, ver o estado do sapato, combinar as jóias,cabelo, unha, maquiagem e muito mais.
Desta vez não teve nada diferente. Meu marido experimentou o terno ( aliás, o mesmo que usou em nosso casamento, pois devia ir de preto, conforme traje especificado para os padrinhos ) só dois dias antes do casamento, apesar de eu ter avisado todos os dias por quase um mês, que o casamento estava chegando. Não se movimentou. Não mexeu um músculo. Só ficava dizendo: - Não se preocupe, vai dar tudo certo. Na última hora o terno não coube, mas faltava bem pouco. Talvez um dedo de largura a mais entre a cintura e o botão da calça no cós. E não se apertou. - É só maneirar na comida de hoje para amanhã e não tomar cerveja que vai dar tudo certo.
Na hora de sair, faltando apenas alguns minutos, o danado resolve colocar a roupa. A camisa entra bem e passa no teste do pescoço, mas a calça, nem pensar. Apesar dele ter feito tudo o que disse, sem comer ou beber, a diferença, que era de um dedo, passou para cinco, e não fechava de jeito nenhum.
Ele já começou a falar em não ir, mas eu não podia deixar. Afinal, éramos padrinhos, e se algum tivesse faltado ao meu casamento, eu ia morrer de raiva.
Murchou a barriga quase até não conseguir mais respirar e eu puxei com toda força, até o botão entrar. Desta vez ele foi sem reclamar, mas estava andando como se tivesse engolido um cabo de vassoura.
Não dava nem para sentar. Só no fim da festa é que conseguiu sentar e relaxar. E olha que ainda dançamos muito. A barriga deve ter se moldado. E nem falou mais do assunto. Guardou o terno no armário quando chegamos e o assunto só vai voltar de novo no próximo casório.
Tchau!! Beijo!!
Daniele Jácome.
Quando chega um convite de casamento em casa, a correria e o strress começam. Meu marido vai caber no terno? Eu vou caber no vestido? E pior, qual vestido vou usar?
A peregrinação atrás de peles e bolsas, que pego emprestado ou tenho que cobrar de quem emprestei é apenas o começo do suplício.
Tem o presente, mandar lavar o vestido, o terno, ver o estado do sapato, combinar as jóias,cabelo, unha, maquiagem e muito mais.
Desta vez não teve nada diferente. Meu marido experimentou o terno ( aliás, o mesmo que usou em nosso casamento, pois devia ir de preto, conforme traje especificado para os padrinhos ) só dois dias antes do casamento, apesar de eu ter avisado todos os dias por quase um mês, que o casamento estava chegando. Não se movimentou. Não mexeu um músculo. Só ficava dizendo: - Não se preocupe, vai dar tudo certo. Na última hora o terno não coube, mas faltava bem pouco. Talvez um dedo de largura a mais entre a cintura e o botão da calça no cós. E não se apertou. - É só maneirar na comida de hoje para amanhã e não tomar cerveja que vai dar tudo certo.
Na hora de sair, faltando apenas alguns minutos, o danado resolve colocar a roupa. A camisa entra bem e passa no teste do pescoço, mas a calça, nem pensar. Apesar dele ter feito tudo o que disse, sem comer ou beber, a diferença, que era de um dedo, passou para cinco, e não fechava de jeito nenhum.
Ele já começou a falar em não ir, mas eu não podia deixar. Afinal, éramos padrinhos, e se algum tivesse faltado ao meu casamento, eu ia morrer de raiva.
Murchou a barriga quase até não conseguir mais respirar e eu puxei com toda força, até o botão entrar. Desta vez ele foi sem reclamar, mas estava andando como se tivesse engolido um cabo de vassoura.
Não dava nem para sentar. Só no fim da festa é que conseguiu sentar e relaxar. E olha que ainda dançamos muito. A barriga deve ter se moldado. E nem falou mais do assunto. Guardou o terno no armário quando chegamos e o assunto só vai voltar de novo no próximo casório.
Tchau!! Beijo!!
Daniele Jácome.
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